sábado, 29 de março de 2008

Emodelic - O Emo psicodélico e a salvação do Rock.

O rock morreu. O rock morreu? Mais ou menos.
A música está morrendo, isso sim. As melodias e os acordes não são mais fabricadas. A tendencia é piorar. Mas a arte é assim. O mundo está saindo da fase Música e indo para a fase Cinema, que desde a década de 1930 começa a crescer, época em que a música começa a decair, mas com ainda muita classe, com os populares Blues, Country e Jazz. O mundo já passou por uma fase longa Pintura, já teve a fase Teatro, a fase Literatura e até a fase Escultura. Agora é a vez da música se perder como manifestação criativa da técnica e da paixão.
Mas existiria uma sobrevida? O pior de tudo isso é que o rock está sendo engolido por ritmos locais, e desaparecendo em países como o Brasil. A retomada do rock no Brasil é uma prova de que existe ainda um grupo considerável espalhado por todo país. Mesmo assim, esse número ainda é menor do que o existe de Emos, a nova raça de roqueirinhos de boutique, uma mistura de loosers com góticos. E isso vai além: Green Day é emo, Bjork é emo, Los Hermanos é emo, Limp Bizkit e tudo o que é Nu Metal, é emo.
Sendo assim, nada se pode fazer, além de esperar que algo possiblite o encontro do Emo com a boa psicodelia de 1967! Afinal de contas, o rock também era decadente até a psicodelia surgir. Quando foi embora, o rock começou a decair. Mas psicodelia esteve por aí, escondidas em lugares improváveis do underground, como vimos no post anterior, no caso do Kraftwerk. E é por isso que devemos considerar esse um porcento de chance que o Psicoemo tem de ser um ritmo admirado por muitos roqueiros. Algo entre o Emo, a Psicodelia, o Hardcore, o Eletrônico, o Folk, o Glam e o Rock de Garagem. Hummmm...Será?

E é isso, amiguinhos, esta é a minha sugestão do dia: Criem o Emodelic! Pior não pode ficar!

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